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HEPATITE C: Tratamento Conforme o Protocolo do Ministério da Saúde de 2015

Em 2015 o Ministério da Saúde publicou o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e Coinfecções que revê e atualiza o que foi publicado em 2011.

Este artigo abordará especificamente as indicações e contra-indicações segundo este protocolo. O conteúdo apresentado será um extrato do protocolo do Ministério da Saúde, posto que não há a intenção de substituí-lo em consultas mais detalhadas e específicas.

HEPATITE C: Diagnóstico, Evolução e Tratamento – parte I

A hepatite C é uma doença infecciosa causada pelo vírus da hepatite C. A pessoa com hepatite C geralmente não apresenta sintomas. Devido a isso, muitas pessoas desconhecem que estão infectadas pelo vírus da hepatite C.

A infecção pelo vírus da hepatite C é uma das causas mais frequentes de doença crônica do fígado.

A infecção crônica pode conduzir à formação de cicatrizes no fígado e, finalmente, à cirrose, a qual geralmente é aparente depois de muitos anos. Em alguns casos, as pessoas com cirrose ainda desenvolvem insuficiência hepática e hepatocarcinoma.

INTOLERÂNCIA À LACTOSE: a Deficiência de Lactase

Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir leite e derivados. Esta condição traz sintomas, de certo modo inespecíficos, como mal-estar, aumento de gases, distensão do abdome (“barriga inchada”) e até diarréia.

A intolerância à lactose nos adultos é muito comum, pois a deficiência de lactase afeta cerca de 75% da população mundial adulta.

CÂNCER DE MAMA: Riscos e Diagnóstico – parte I

O câncer de mama é o câncer mais comum entre as mulheres.

Segundo a Organização Mundial da Saúde ocorrem mais de 1.050.000 casos novos de câncer de mama em todo o mundo, por ano.

Os tumores de mama crescem em velocidades diferentes, estima-se que em média o tumor dobra de tamanho a cada 100 dias. Portanto, pode levar vários anos até que se torne palpável, já que o ponto de partida é uma célula alterada.