DIABETES MELLITUS: Causas, Sintomas, Tratamento e Prevenção

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Diabetes mellitus é uma doença que ocorre quando o nível de açúcar (glicose) no sangue se torna mais elevado do que o normal, e acontece se o corpo produz pouca ou nenhuma insulina ou quando a insulina produzida não consegue agir devido à resistência à insulina pelas células.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e regula o nível de glicose no sangue.

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A hiperglicemia ocorre no diabetes mellitus

O Diabetes Mellitus é caracterizado por hiperglicemia, que é o aumento do açúcar no sangue, e por modificações no metabolismo.

Estas modificações metabólicas têm como consequência alterações nos vasos sanguíneos de pequeno calibre. As alterações nestes vasos sanguíneos prejudica a circulação das extremidades (pés) e leva a alterações nos rins e na retina, que podem levar à perda da visão.

Tipos de diabetes mellitus

Os principais tipos de diabetes mellitus são:

  • Diabetes mellitus tipo 1: quando o corpo não produz insulina suficiente;
  • Diabetes mellitus tipo 2: quando o corpo produz insulina, mas as células que deveriam responder à ação da insulina são resistentes a ela. Neste tipo de diabetes, muitas vezes, inicialmente, os níveis de insulina são normais ou aumentados;
  • Diabetes gestacional: mulheres que nunca tiveram diabetes antes apresentam níveis elevados de glicose no sangue durante a gravidez. O diabetes gestacional afeta cerca de 4% de todas as mulheres grávidas. O diabetes gestacional pode preceder o desenvolvimento de diabetes mellitus do tipo 2 (ou raramente tipo 1);
  • Diabetes mellitus tipo MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young): inclui várias formas de diabetes com defeitos genéticos da função das células do pâncreas que produzem insulina. Geralmente se manifesta por hiperglicemia leve em uma idade abaixo dos 25 anos;
  • Diabetes secundário: quando ocorre diabetes mellitus devido à outra doença. Essa forma é responsável por pouco mais de 1% dos pacientes com diabetes mellitus. As causas incluem doenças do pâncreas (como fibrose cística, pancreatite crônica, pancreatectomia (retirada do pâncreas) e câncer de pâncreas), doenças endócrinas (como síndrome de Cushing, acromegalia, hipertireoidismo e feocromocitoma), diabetes mellitus induzido por medicamentos (como alguns diuréticos, corticosteróides e alguns antipsicóticos), lipodistrofia congênita, acantose nigricans, doenças genéticas (como ataxia de Friedreich, distrofia miotônica e hemocromatose).

Neste artigo, vamos nos deter aos dois tipos principais de diabetes mellitus, tipo 1 e tipo 2.

Diabetes mellitus tipo 1

O diabetes mellitus tipo 1 atinge cerca de 15% das pessoas com diabetes mellitus.

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O diabetes tipo 1 é insulino-dependente

No diabetes tipo 1, o pâncreas para de fabricar insulina. A doença e sintomas desenvolvem rapidamente (ao longo de dias ou semanas) porque o nível de insulina na corrente sanguínea torna-se muito baixo.

O desenvolvimento da diabetes mellitus tipo 1 baseia-se numa combinação de uma predisposição genética e um processo auto-imune que resulta em destruição progressiva das células do pâncreas produtoras de insulina, levando a uma deficiência absoluta de insulina.

Geralmente, há uma fase de pré-diabético onde autoimunidade já desenvolveu, mas sem dependência de insulina clinicamente aparente.

O diabetes mellitus tipo 1 pode estar associado a outras doenças auto-imunes.

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Há 30 a 50% de concordância em gêmeos idênticos e uma história familiar positiva em 10% das pessoas com diabetes tipo 1.

O diabetes tipo 1 costuma ser conhecido como diabetes mellitus insulino-dependente (DMID) juvenil ou de início precoce, pois geralmente se desenvolve em crianças ou em adultos jovem, mas pode ocorrer em qualquer idade.

Os pacientes sempre necessitam de tratamento com insulina e dieta e são propensos à cetoacidose: uma situação extremamente grave, que geralmente leva o paciente ao coma.

Diabetes mellitus tipo 2

O diabetes mellitus tipo 2 atinge cerca de 85% das pessoas com diabetes mellitus.

O diabetes tipo 2 costuma ser conhecido como diabetes mellitus não insulino-dependente (DMNID), ou de início na maturidade, pois se desenvolve principalmente em pessoas com mais de 40 anos de idade (mas também pode ocorrer em pessoas mais jovens). O diabetes mellitus tipo 2 tem sido cada vez mais diagnosticado em crianças e adolescentes.

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No diabetes tipos 2, o sedentarismo e a obesidade são fatores de risco

O diabetes tipo 2 está associada com excesso de peso e sedentarismo.

É causada pela secreção de insulina diminuída e resistência à insulina e tem um início gradual.

Aqueles com diabetes tipo 2 podem, eventualmente, precisar de tratamento com insulina.

Fatores de risco para o diabetes mellitus

Diabetes mellitus tipo 1

Não é possível ainda determinar os fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 1.

Possíveis gatilhos para o processo podem incluir vírus, fatores dietéticos, toxinas ambientais e stress emocional ou físico.

A interrupção precoce do aleitamento materno também tem sido associada ao aumento do risco de desenvolver diabetes tipo 1, mas a associação não está provada e é controversa.

Diabetes mellitus tipo 2

Diferente do tipo 1, o diabetes mellitus tipo 2 apresenta fatores de risco já bem estabelecidos, sendo possível, em parte, evitar o seu desenvolvimento.

  • Obesidade, especialmente obesidade central (o corpo fica em forma de maçã nos homens e em forma de pera nas mulheres, com aumento da circunferência abdominal: cintura medindo mais de 94 cm no homem ou mais de 80 cm na mulher);
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    O corpo fica em forma de maçã nos homens e em forma de pera nas mulheres

  • A falta de atividade física;
  • História de diabetes gestacional;
  • Tolerância à glicose diminuída;
  • Glicemia de jejum alterada;
  • Alimentação pobre em fibras, com alto índice glicêmico;
  • Ter alteração de colesterol e triglicerídeo;
  • Síndrome do ovário policístico;
  • A história da família: ter um parente de primeiro grau com diabetes tipo 2 aumenta em 2,4 vezes o risco;
  • Adultos que tiveram baixo peso ao nascer para a idade gestacional.

Apresentação dos sintomas de diabetes mellitus

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Sintomas. Poucas diferenças entre tipo 1 e tipo 2. No primeiro há emagrecimento e no segundo, aumento da fome.

Os pacientes com todos os tipos de diabetes podem apresentar poliúria (urinar muito e muitas vezes por dia), polidipsia (sentir muita sede), cansaço, visão turva, prurido vulvar, ou infecções frequentes, recorrentes ou prolongadas, como furúnculos

Pacientes com diabetes tipo 1 também podem apresentar perda de peso, desidratação, cetonúria (a urina excreta uma substância peculiar) e hiperventilação (a respiração fica rápida e profunda). A apresentação do diabetes tipo 1 tende a ser aguda com uma curta duração dos sintomas (dias a semanas).

A apresentação em pacientes com diabetes tipo 2 tende a ser gradual com uma maior duração dos sintomas (meses a anos), ou ser sem sintomas. Alguns pacientes apresentam aumento da fome (devido à hipoglicemia que ocorre às vezes, pois há instabilidade no nível de glicose no sangue).

Diagnóstico do diabetes mellitus

O diagnóstico de diabetes mellitus é a combinação de sintomas clínicos, já descritos acima, com a dosagem da glicose no sangue.

Fitas ou tiras reagentes não são tão precisas e não devem ser usadas para o diagnóstico. As fitas reagentes são excelentes para o acompanhamento do paciente diatético no dia-a-dia a fim de observar o nível de glicose e ajustar a medicação.

Diagnóstico laboratorial do diabetes mellitus

A diabetes pode ser diagnosticada conforme o resultado do nível de glicose no sangue.

Em pessoas sem sintomas, o resultado da glicose em jejum igual ou acima de 126 mg/dl em duas ocasiões diferentes é suficiente para o diagnóstico.

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O diagnóstico deve ser pela medida da glicose no sangue

Também pode ser realizado o “teste de tolerância oral à glicose”, em que a pessoa ingere 75 g de glicose no laboratório e duas horas depois mede-se a glicose que, para o diagnóstico de diabetes mellitus, deve estar acima de 200 mg/dl.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a hemoglobina glicosilada (HbA1c) possa ser utilizada como um teste de diagnóstico para a diabetes. Uma hemoglobina glicosilada de 6,5% é o ponto de corte para o diagnóstico de diabetes. Um valor menor que 6,5% não exclui diabetes diagnosticada por meio de testes de glicose. Um valor entre 5,7% e 6,5 % confere um alto risco para diabetes mellitus.

Há um grupo de pessoas que não são consideradas como diabéticas, porém também não podem ser consideradas normais. Estas pessoas apresentam tolerância à glicose diminuída e mostram dosagens de glicose em jejum entre 100 e 126 mg/dl e teste de tolerância oral à glicose entre 140 e 200 mg/dl. Este grupo está em alto risco de desenvolver diabetes mellitus tipo 2.

Glicose de jejum igual ou abaixo de 100 mg/dl e teste de tolerância oral à glicose menor ou igual a 140 mg/dl exclui o diagnóstico de diabetes mellitus.

Complicações do diabetes mellitus

As complicações poder ser agudas ou crônicas.

As complicações agudas ocorrem principalmente no diabetes mellitus tipo 1 e as complicações crônicas ocorrem igualmente nos dois tipos.

Complicações agudas

Um nível de glicose no sangue muito elevado agudamente pode causar perda rápida de líquidos do corpo com desidratação, sonolência e até coma que pode ser fatal.

Complicações crônicas

Se o seu nível de glicose no sangue é maior do que o normal durante um longo período de tempo, pode gradualmente haver dano nos vasos sanguíneos. Isto pode ocorrer, mesmo se o nível de glicose não é muito acima do nível normal.

Esses danos nos vasos sanguíneos pode gerar algumas das seguintes complicações ao longo dos anos:

  • Endurecimento das artérias (ateromas): pode causar problemas como angina, ataques cardíacos, acidente vascular cerebral e má circulação;
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    O dano no rim pode levar à hemodiálise

  • Danos nos rins, que às vezes desenvolve insuficiência renal com necessidade de hemodiálise ou transplante;
  • Problemas oculares que podem afetar a visão, devido a danos nas pequenas artérias da retina no fundo do olho;
  • Lesão dos nervos periféricos (nos membros), com alteração da sensibilidade;
  • Problemas nos pés (devido à má circulação e danos nos nervos) que pode levar a infecções locais graves e amputação;
  • Impotência sexual (mais uma vez devido à má circulação e danos nos nervos).
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    Lesão vascular e dos nervos podem levar a úlceras nos pés

Em geral, quanto mais próximo ao normal for o nível de glicose no sangue, menor o risco de desenvolver complicações.

Embora o tratamento eficaz da diabetes mellitus possa reduzir a incidência de suas complicações, o diabetes tipo 2 é mais frequentemente uma doença assintomática e muitas pessoas com diabetes tipo 2 têm complicações vasculares no momento em que sua condição é diagnosticada.

Tratamento do diabetes mellitus

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Base do tratamento: insulina e/ou medicamentos – alimentação saudável – atividade física

A mudança dos hábitos de vida é fundamental para o tratamento:

  • Melhorar a alimentação;
  • Perder peso;
  • Praticar atividade física;
  • Controlar a pressão a arterial;
  • Controlar o colesterol e triglicerídeos;
  • Parar de fumar

Alimentação

Alimentação saudável é fundamental. Mas não é apenas o que a pessoa come que afeta o nível de glicose no sangue. O quanto ela come e quando come também afeta.

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Alimentação saudável em horários regulares

O nível de glicose no sangue é mais alto uma ou duas horas depois de comer e depois começa a cair. É possível manter a glicose no sangue mais estável se a pessoa comer regularmente, com espaços curtos (a cada 3 horas), pequenas quantidades de alimento no mesmo horário, todos os dias.

As refeições devem ser bem equilibradas com a combinação certa de amidos, frutas e legumes, proteínas e gorduras. É especialmente importante comer a mesma quantidade de carboidratos em cada refeição e lanche, porque eles têm um grande efeito sobre os níveis de glicose no sangue.

Coma a quantidade certa de alimentos. Use copos de medição ou uma escala para garantir o tamanho adequado da porção.

Consulte um nutricionista sobre as melhores escolhas de alimentos e o equilíbrio adequado.

Álcool

O fígado normalmente libera a glicose armazenada para neutralizar a queda dos níveis de glicose no sangue. Se o fígado estiver ocupado metabolizando o álcool, isto pode não acontecer e ocorrer hipoglicemia depois de beber e até oito a 12 horas depois.

O álcool pode agravar as complicações do diabetes, como danos nos nervos e doença ocular. 

Atividade física

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Atividade física é importante para evitar e controlar o dia

A atividade física é importante, pois quando a pessoa se exercita, seus músculos usam a glicose para a energia. A atividade física regular também melhorar a resposta do organismo à insulina. Quanto mais árduo o treino, quanto mais tempo o efeito dura. Mas até mesmo atividades leves, tais como trabalhos domésticos, podem diminuir o nível de glicose no sangue.

A pessoa deve estar ciente dos sinais de alerta de hipoglicemia, tais como tremores, sudorese, fraqueza, confusão mental, tonturas, irritação, ansiedade, cansaço ou fome.

É importante manter-se hidratado: beber muita água durante o exercício evita a desidratação que pode afetar os níveis de glicose no sangue.

O diabético deve sempre ter um pequeno lanche ou doce durante o exercício no caso de ocorrer hipoglicemia.

E nunca deve se esquecer de usar uma pulseira de identificação quando estiver se exercitando.

O paciente diabético deve evitar exercícios de alto impacto, a não ser que autorizado pelo médico assistente, pois isso pode traumatizar os pés. Deve, ao fazer atividade física, ter cuidado com os pés, usando sapatos adequados e meias de algodão.

A quantidade mínima recomendada de atividade é:

  • Adultos – 30 minutos em pelo menos cinco dias por semana.
  • Crianças – uma hora por dia.

Tratamento com insulina e com medicamentos

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Insulina injetável

Insulina

Os pacientes com diabetes tipo 1 quase sempre terão que fazer uso de insulina injetável.

Os pacientes com diabetes tipo 2 eventualmente necessitarão de insulina e quase todos usarão medicamentos chamados “hipoglicemiantes orais”.

E todos os pacientes diabéticos deverão ter a dieta como pilar do tratamento.

Medicamentos

Existem vários medicamentos que podem reduzir o nível de glicose no sangue. A escolha do medicamento é definida pelo médico assistente conforme cada caso.

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Medicamentos

É bastante comum a necessidade de uma combinação de medicamentos para controlar o nível de glicose no sangue.

Alguns medicamentos funcionam, ajudando a insulina a trabalhar melhor nas células do corpo, ou seja, reduzindo a resistência à insulina. Outros, aumentando a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas.

Há medicamentos reduzem a absorção de glicose no intestino e também há medicamentos que suprimem um hormônio chamado glucagon (que também é produzido pelo pâncreas e é antagonista da insulina).

Não abordaremos as particularidades de cada medicamento.

Complicação do tratamento  com insulina e com medicamentos

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Hipoglicemia

A hipoglicemia ocorre quando o nível de glicose fica abaixo do normal, geralmente bem inferior a 60 mg/dl.

A hipoglicemia pode ocorrer se o paciente toma medicação em excesso, atrasa ou deixa de fazer uma refeição ou lanche, ou faz atividade física não planejada.

Os sintomas de hipoglicemia são: tremores, sudorese, ansiedade, visão turva, palidez, alteração de humor e confusão ou sonolência.

Para tratar a hipoglicemia o paciente deve tomar uma bebida açucarada ou algum doce. Em seguida, comer um lanche com amido, como um sanduíche.

A hipoglicemia não ocorre em pessoas tratadas exclusivamente com dieta.

Redução de outros fatores de risco

Para evitar as complicações do diabetes, deve haver o controle de outros problemas, incluindo a detecção precoce e tratamento da hipertensão arterial sistêmica (pressão alta), o tratamento medicamentoso para modificar os níveis de lipídios e o médico deve considerar a terapia antiplaquetária com aspirina.

Monitoramento e intervenção precoce de complicações da diabetes, incluindo doenças cardiovasculares, problemas de pé, problemas oculares, problemas renais e neuropatia.

Prognóstico do diabetes mellitus

Diabetes mellitus tipo 1

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A visão pode ser afetada

Muitas pessoas com diabetes mellitus tipo 1, excetuando por este diagnóstico, apresentam boa saúde, mas há um maior risco de cegueira, doença renal em fase terminal, doença cardiovascular, e, em alguns casos, a morte precoce.

Controlar a glicemia, lipídeos, pressão arterial e peso são importantes fatores prognósticos.

Diabetes mellitus tipo 2

75% das pessoas com diabetes tipo 2 morrerão de doenças cardíacas e 15% dos acidentes vasculares cerebrais.

A taxa de mortalidade por doença cardiovascular é até cinco vezes maior em pessoas com diabetes do que em pessoas sem diabetes.

Para cada aumento de 1% no nível de hemoglobina glicosilada, o risco de morte relacionada ao diabetes aumenta em 21%.

Prevenção do diabetes mellitus

Diabetes mellitus tipo 1

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Prevenção do diabetes mellitus

Apesar de um grande esforço de investigação em curso, atualmente não há intervenções antes do diagnóstico que mostraram nenhum benefício.

Diabetes mellitus tipo 2

A interferência nos fatores de risco citados acima pode evitar ou minimizar a evolução do diabetes mellitus tipo 2. A perda de peso de apenas 7% do peso corporal inicial, combinado com atividade física de intensidade moderada (por exemplo, caminhar 30 minutos por dia), pode reduzir a incidência de diabetes mellitus em mais de 50% em pessoas de alto risco. 

Referências

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